
Na mesma viagem que me conduziu a Copenhagen, fui depois a Bergen, na Noruega.
Ao contrário de Copenhagen, a única queixa que tenho em relação a Bergen é não ter ficado lá mais tempo.
Bergen é uma cidade que se entranha rapidamente em qualquer pessoa. Somos arrastados para um mar de sensações em que o corpo acompanha os dias sem fim e não reconhece o cansaço.
Entre os tons alaranjados do céu que se alongam noite fora, o tempo pára e somos transportados para uma outra dimensão. No amanhecer, essa atmosfera dilui-se lentamente na vida quotidiana da cidade.
Havendo tantas recordações bem melhores que qualquer fotografia, tirei poucas em Bergen no tempo em que lá estive. A conclusão é bastante simples, há cidades que se vêem e há outras que se vivem.
Voltei a usar o Aperture para tratar das fotografias e penso que já tenho a aplicação domesticada. Aborrecem-me as limitações dos formatos online gerados automaticamente, mas nada do outro mundo.
Mais uma galeria gerada com o Aperture que pode ser vista aqui.
