Antes de mais, um olá a todos os que continuaram a seguir a inactividade deste espaço nos últimos meses. Regressei há já três semanas das minhas férias. Sem mais conversas, deixo-vos apenas uma pequena fotografia tirada na ilha de São Jorge, na Fajã de Santo Cristo.

Como tem sido notório pela ausência de actividade no ecce homo, não tenho tido tempo ou oportunidade para escrever aqui. As ideias e opiniões são muitas, e a quantidade de matéria prima para poder escrever não falta, mas não gosto de escrever coisas fabricadas em cima do joelho e como tal, devo estar impossibilitado de publicar num futuro próximo devido à quantidade de trabalho que se acumula nos meus ombros.
Assim sendo, é muito improvável que venha a escrever proximamente. Tinha dois grandes blocos de artigos planeados:
- Uma sequência praticamente terminada de três artigos relacionados com o novo Regime Jurídico do Ensino Superior a focar respectivamente o regime jurídico propriamente dito, um pequeno ensaio sobre as guerras corporativas e jogos de poder no ensino universitário com ênfase no Instituto Superior Técnico e por fim, uma pequena contextualização histórica relativa à herança corporativa do Estado Novo na sociedade portuguesa;
- Um conjunto de dois ou mais artigos descritivos sobre a situação na China actual e há 30 anos atrás para poder elaborar assim, uma pequena visão global sobre a evolução social, política e económica do país do Sol Nascente tendo como base um pequeno conjunto de livros e revistas. Os livros de referência seriam “Quando a China Despertar” (1973) de Alain Peyrefitte, “Pela China Dentro” (2005) de António Caeiro e possivelmente outros. As revistas seriam as referências jornalísticas ocidentais do costume.
Escrevi aqui os objectivos a título de memo porque pretendo realizá-los um dia quando tiver tempo, isto, caso não voltem a reformar o Ensino Superior ou a China nos invada entretanto.
Até à próxima,
André


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