Arquivo mensal para July, 2008

Academia Inaugurada

Academia Sueca

Finalmente dei início a esta secção e foram adicionadas conteúdos relativamente às 5 cadeiras de Física Experimental da M/LEFT do IST, agora renomeadas (com os nomes entre parêntesis e nada mais) depois da aplicação de Bolonha aos currículos do IST:

Quem já fez estas cadeiras, sabe bem a utilidade de ter material de anos anteriores disponível como guia.

Além disto muito mais se seguirá como deverá ser visível pela estrutura de navegação da Academia.

São Jorge 2007

Eu, o explorador (turista :P)

E terminando os Açores, deixo aqui também algumas fotografias da desconhecida ilha de São Jorge. A illha de São Jorge conserva um estado selvagem que nunca pensei existir em Portugal. As montanhas verdes e inacessíveis preenchem a paisagem sendo feridas por pequenas e esparsas estradas de alcatrão e inúmeros trilhos de terra batida. A pequena cidade de Velas, centro urbano… quer dizer, populacional da ilha, não parece mais do que uma pequeníssima vila onde a calma permanece imperturbável, lembrou-me o Alentejo, minha terra natal.

As fotografias incluídas na galeria são referidas a um dos muito povoados remotos desta ilha, neste caso, a Fajã de Santo Cristo da qual já falei antes. Esta zona possui não mais que algumas dezenas de pessoas que vivem em pequenas casas aqui e ali. Os locais pareceram-me minoritários, existindo no entanto uma grande afluência de turistas estrangeiros à procura de turismo selvagem através de caminhadas e campismo num meio relativamente intocado, surfistas obcecados com as aparentemente excelentes ondas do local e grupos de jovens que vêm passar fins de semana e férias.

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Faial 2007

Patinhos no Faial

Desta vez, deixo como prometi há um ano atrás, uma minúscula amostra da minha segunda viagem aos Açores. Mais uma vez a minha irmã cedeu a sua máquina, mas desta vez a dependência era maior uma vez que ela me acompanhou como anfitriã sendo que são dela algumas destas fotografias.

Infelizmente, as fotografias são muito poucas e é com pena que não levei a máquina quando dei a volta à ilha em bicicleta e me meti pelo meio da mesma, onde depois tive alguma dificuldade em sair. O Faial apesar de ser das ilhas com maior presença humana que se reflecte nos campos cultivados, nas extensas pastagens e inúmeros trilhos, aldeias e lugares, acabou por me surpreender quando me perdi no meio de montanhas e vales, nos prados muralhados pelas hortenses, uma das imagens de marca do arquipélago, que acreditem, são verdadeiras muralhas intransponíveis.

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Face of the Future

Pois é… Um dia destes houve alguém, infelizmente não me recordo quem mas desde já aqui fica o agradecimento, que me apresentou um site absolutamente fantástico, o Face of the Future. O Face of the Future consiste numa aplicação em Java feita por uns tipos da University of St. Andrews que recebe como input, uma fotografia facial qualquer, e depois, através permite através de várias opções, aplicar várias transformações à cara.

Essas transformações são várias, mas sublinho o interesse para as transformações em velho, em várias raças, em vários estilos de vários pintores (Modigliani por exemplo) e até uma transformação em manga (estilo japonês de animação)!

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Estatísticas

Resolvi hoje perder uns minutos e acrescentei um pequeno stats na barra lateral. Utilizo um motor interno de contabilização de inúmeras estatísticas para o WordPress, o Counterize II, e basicamente fiz call de algumas estatísticas.

Os números disponíveis são relativos ao número de visitas, dividindo-se em três categorias temporais: totais, semanais e diárias. Além disto, são também disponibilizados os valores únicos relativos à unicidade dos endereços IP que me visitam em cada uma das três categorias temporais supracitadas.

Gostava também de incluir um pequeno GeoStats similar ao ClustrMaps. Não introduzo este último porque gosto de limpeza institucional e não conheço nenhum que cumpra esta exigência de acordo com os meus parâmetros mas hei-de procurar melhor e logo se verá. No entanto, recomendo que dêem uma espreitadela a este último porque tem bastante piada e se tiverem menos manias que eu, pode ser que gostem.

Stockholm 2006

É caso para dizer: “Mais vale tarde do que nunca!”

Depois de 2 anos da realização da viagem, e passado 1 ano desde a última paragem pelos Fjords, chegamos finalmente a Stockholm.

A cidade de Stockholm é uma cidade cosmopolita, movimentada, extensa, monumental cheia de diversidade bem evidenciada pelo contraste quase absurdo do funcionalismo imponente dos grandes edifícios e avenidas modernistas com a elegância, refinamento e detalhe das grandiosas alamedas clássicas e monumentais palácios, teatros e museus da era barroca pautados pelas elaboradas pontes de ferro e pedra.

Debaixo de toda esta monumentalidade fora de escala, sobrevive abafado, um espírito herdado certamente da era medieval num entrelaçar de ruas e ruelas, de pracetas e becos onde se encontram pequenos cafés, espalanadas, confeitarias, padarias e todo o tipo de comércio citadino mais bucólico.

Apesar desta clivagem temporal que se vê na cidade, há um factor comum que a preenche sem dó nem piedade: uma atmosfera fria e quase desumana estende-se pelos enormes lagos e canais que abundam por toda a cidade e estrangulando-a, deitam por terra os esforços do calor dos edifícios coloridos, das inúmeras pontes que ligam as ilhotas e penínsulas numa tentativa de gerar comunicação que no entanto parecem ser quebradas como fios de uma teia de aranha sempre que as pesadas nuvens do céu se fundem com as águas cinzentas e engolem a cidade num mar de tristeza e desolação.

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