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	<title>Comments on: Homenagens Improváveis</title>
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	<description>André Cunha</description>
	<pubDate>Sat, 31 Jul 2010 02:36:09 +0000</pubDate>
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		<title>By: André</title>
		<link>http://eccehomo.me/2009/11/05/homenagens-improvaveis/#comment-529</link>
		<dc:creator>André</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 05 Nov 2009 10:23:20 +0000</pubDate>
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		<description>E sim, a música é pirosa, a própria lenda é tão excessivamente dramática que também cai nesse adjectivo mas devo sublinhar naquilo que me diz respeito, que considero este tipo de piroseira, tão intrínseca em muito daquilo que conheço da cultura asiática, como sendo absolutamente deliciosa e por vezes até profundamente inebriante.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>E sim, a música é pirosa, a própria lenda é tão excessivamente dramática que também cai nesse adjectivo mas devo sublinhar naquilo que me diz respeito, que considero este tipo de piroseira, tão intrínseca em muito daquilo que conheço da cultura asiática, como sendo absolutamente deliciosa e por vezes até profundamente inebriante.</p>
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		<title>By: André</title>
		<link>http://eccehomo.me/2009/11/05/homenagens-improvaveis/#comment-528</link>
		<dc:creator>André</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 05 Nov 2009 10:17:09 +0000</pubDate>
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		<description>Mesmo assim pequei no tom e fui demasiado trabalhado contra minha própria vontade. 

Na minha opinião, as línguas asiáticas possuem uma expressão profundamente pictórica e simbólica a nível da forma e das imagens convencionadas no conteúdo literário mas são muito cruas, até primitivas e friamente expressivas na dialéctica (aqui em especial os dialectos e línguas de origem chinesa, não se aplicando muito ao japonês que é bastante diferente). 

É fácil detectar isto quando se ouve um asiático a falar português há pouco tempo, a dominar a língua mas não a expressividade. Curiosamente, línguas como o Mandarim ou o Cantonês em que os tons são restritos pelo significado das palavras e não primariamente pela expressividade do orador, o ocidental perde-se rapidamente no labirinto da oralidade.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Mesmo assim pequei no tom e fui demasiado trabalhado contra minha própria vontade. </p>
<p>Na minha opinião, as línguas asiáticas possuem uma expressão profundamente pictórica e simbólica a nível da forma e das imagens convencionadas no conteúdo literário mas são muito cruas, até primitivas e friamente expressivas na dialéctica (aqui em especial os dialectos e línguas de origem chinesa, não se aplicando muito ao japonês que é bastante diferente). </p>
<p>É fácil detectar isto quando se ouve um asiático a falar português há pouco tempo, a dominar a língua mas não a expressividade. Curiosamente, línguas como o Mandarim ou o Cantonês em que os tons são restritos pelo significado das palavras e não primariamente pela expressividade do orador, o ocidental perde-se rapidamente no labirinto da oralidade.</p>
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