Reflexos de Ouro e Âmbar

Metro Baixa-Chiado: Ouro e Âmbar

Ora, um dia destes fui passear pela Baixa e eis que no regresso me lembrei de fazer um pequeno photo shoot da emblemática estação Baixa-Chiado da autoria do mais conceituado arquitecto português do momento, Álvaro Siza Vieira.

Bom, fiquei bastante satisfeito com os resultados. As luzes âmbaradas e douradas reflectidas pelos intermináveis azulejos brancos criam um efeito fotográfico surpreendente e muito envolvente.

Porque uma imagem vale mais do que mil palavras aqui estão as galerias.

Passado e Presente

Instituto Superior Técnico - Pavilhão de Electricidade

Há já algum tempo que queria dar o gosto ao dedo e por isso recentemente adquiri a minha primeira DSLR, uma simpática Nikon D60 com uma lente estabilizada 18-55 mm e uma modesta teleobjectiva 55-200 mm.

Ontem, em conversa com o Rui Pereira, ele apresentou-me umas fotografias do Instituto Superior Técnico tiradas entre 1936 e 1937 pelo fotógrafo Mário Novais e que estão disponíveis para visualização no photostream da Biblioteca de Arte da Fundação Calouste Gulbenkian no flickr.

Foi então que tive a ideia de reproduzir essas mesmas fotografias dentro do possível na actualidade e fazer um head to head para vermos as diferenças entre o passado e o presente do Instituto.

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São Jorge 2007

Eu, o explorador (turista :P)

E terminando os Açores, deixo aqui também algumas fotografias da desconhecida ilha de São Jorge. A illha de São Jorge conserva um estado selvagem que nunca pensei existir em Portugal. As montanhas verdes e inacessíveis preenchem a paisagem sendo feridas por pequenas e esparsas estradas de alcatrão e inúmeros trilhos de terra batida. A pequena cidade de Velas, centro urbano… quer dizer, populacional da ilha, não parece mais do que uma pequeníssima vila onde a calma permanece imperturbável, lembrou-me o Alentejo, minha terra natal.

As fotografias incluídas na galeria são referidas a um dos muito povoados remotos desta ilha, neste caso, a Fajã de Santo Cristo da qual já falei antes. Esta zona possui não mais que algumas dezenas de pessoas que vivem em pequenas casas aqui e ali. Os locais pareceram-me minoritários, existindo no entanto uma grande afluência de turistas estrangeiros à procura de turismo selvagem através de caminhadas e campismo num meio relativamente intocado, surfistas obcecados com as aparentemente excelentes ondas do local e grupos de jovens que vêm passar fins de semana e férias.

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